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Blog da Pequenita

Blog da Pequenita

13/10/17

Estamos de volta!

Decidi voltar a escrever, recuperar o tempo perdido para que os nossos leitores se possam banhar na nostalgia

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Olhei-te nos olhos…enigmáticos, fascinantes os teus retribuíram num olhar que me prendeu, nesse momento desejei-te sem mesmo perceber bem porquê. O teu olhar em mim era tão penetrante, um olhar de desejo e fascínio, quase como um convite para que o meu corpo se juntasse ao teu.


Sem nunca desviar o olhar, mordisquei o lábio, num gesto de pura luxúria. Passei as mãos no cabelo, fi-las deslizar pelo pescoço e descansei-as sobre meus seios como se te desafiasse a me tocares. Aproximaste-te…, o meu coração quase que pulava do meu peito, tocaste-me suavemente o rosto, os meus olhos fecharam-se para saborear o teu toque e todo o meu corpo estremeceu. Afagaste-me o cabelo, puxando com suavidade a minha cabeça para trás, obrigaste-me a fixar o teu olhar. Pude sentir a tua respiração no meu rosto, e nesse instante beijaste-me, foi um beijo que percorreu de desejo todo o meu corpo, um beijo sem medos, como se nele me entregasses todo teu corpo. Estremeci novamente, o teu beijo percorreu o meu corpo e desaguou no mais íntimo de mim, quase te pude sentir em mim sem me tocares.
Num gesto quase violento encostaste-me contra a parede, levantaste a minha camisola e pude sentir a tua mão fria nos meus seios, num ápice beijaste-os num gesto sôfrego de desejo. Passaste os teus dedos sobre meus lábios, a minha língua sorveu-os num delírio de loucura.
Encostaste energicamente o teu corpo contra o meu, pude sentir o teu calor perturbador, senti-te duro contra mim. Passeei as minhas mãos nas tuas costas, a tua mão levantou-me a saia, sem reservas tocaste-me, os teus dedos entraram em mim, nesse instante cravei as unhas em tuas costas e soltei um gemido profundo de prazer.
Enquanto me tocavas beijaste-me suavemente olhando o meu rosto, como se estivesses a delirar com o prazer reflectido em mim, o prazer que me oferecias…Fizeste-me vir nos teus dedos.


Beijaste-me sofregamente, afastaste-me da parede…. Agarraste-me pelas nádegas e puxaste-me contra ti, olhaste-me nos olhos… Viraste-me de costas, abraçaste-me por trás, pousando as mãos nos meus ombros de forma a facilitar a sua mudança de casa. Num gesto que podia ser de amor beijaste-me.


Inclinaste-me para a frente, sobre a mesa que ali estava, passaste as tuas mãos nas minhas costas nuas, beijaste-me desde a nuca.
Senti-te duro e quente… suavemente penetraste-me, seguraste-me pelas cintura e puxaste-me para ti, pude sentir-te mais fundo. Continuaste numa dança suave. As tuas mãos acariciavam suavemente os meus seios, entrelaçavas os teus dedos nos meus mamilos duros de desejo.
Apercebias-te do meu delírio a cada gesto, e fazias com que se multiplicasse por entre os gemidos, não contidos, que soltava a cada toque, a cada movimento teu. Respiravas ao meu ouvido… mordiscando a minha orelha.


Agora podia sentir o teu peito húmido nas minhas costas, senti-te ainda mais duro…
Num só gesto viraste-me, deitaste-me sobre a mesa, beijaste-me e murmuraste no meu ouvido “adoro-te minha pequenina”…
Entraste em mim de-va-ga-ri-nho. O ritmo da nossa dança foi aumentando à medida que se ia tornando cada vez mais próximo o êxtase. Quando explodi de prazer inebriante, por entre os delírios do momento, consegui ver o teu olhar em mim e vislumbrei um sorriso de ternura, desejo e amor.

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